Como identificar a menopausa precoce? Isso existe?

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Está presente em 10% das mulheres e elas não sabem disso!

Climatério e menopausa não são sinônimos, você precisa ter isso muito claro para entender o que iremos explicar nesse conteúdo. Por mais que ambas estejam relacionadas, entenda que essas denominações apresentam períodos diferentes na vida de uma mulher.

Na fase de climatério, a mulher está em transição entre o momento da vida onde pode gerar novas vidas e a fase em que não será mais reprodutiva. Especialistas apontam esse período como o fim da função regular do ovário.

Quando o organismo não tem mais menstruação, ou seja, não apresenta mais ovulação, aí sim entrou-se no período da menopausa.

A ciência não é muito clara quanto à isso. Há profissionais que afirmam que o climatério é o período após a última menstruação, já outros invertem essa questão, mas o importante é que você tenha consciência que, dentro desse período de transição, mudanças físicas e psicológicas vão acontecer.

Só que para 10% à 15% das mulheres, a menopausa chega 15 anos antes do período que ela deveria acontecer usualmente. Quando isso acontece, a infertilidade chega antes da hora e a mulher entra em uma condição denominada de menopausa precoce.

Vamos entender melhor sobre esse termo e porque essa condição ocorre.

O que é menopausa precoce?

Entende-se como menopausa precoce quando uma mulher que por volta dos 32 ou 33 anos começa a apresentar irregularidade nos ciclos menstruais ou, então, chega a ficar 1 ano sem menstruar. 

A medicina trata a menopausa precoce como a falência da função do ovário da mulher. Por muito tempo ela foi considerada como algum problema hormonal, mas identificou-se que não, que era a falta de óvulos, como se a mulher já tivesse usado todo o seu estoque.

Tratado também como Falência Ovariana Prematura ou FOP, esse quadro pode ser definitivo ou apenas temporário. Isso vai variar de cada paciente em questão.

O que causa a menopausa precoce?

Até hoje não foi descoberto um motivo para que a menopausa precoce aconteça. Tudo que se achou foram diversos fatores relacionados, como uma questão de DNA mesmo.

Os estudos que envolvem esse assunto acaba não levando em conta a idade em que houve a primeira menstruação, e sim os parentes de linha direta, procurando identificar qual foi o período em que as mulheres da família entraram na menopausa.

Algumas faculdades referências já elaboram estudos sobre o assunto e até estão chegando perto de descobrir a causa, porém ainda não há uma resposta concreta.

Há especialistas que defendem a tese de que a menopausa precoce é provocada por fatores externos, como a retirada do útero prematuramente ou o tratamento de um câncer.

Existe também a possibilidade de uma menopausa química que é provocada pelo consumo de alguns medicamentos. Por exemplo, os que são utilizados para tratar a endometriose, tireoide, diabetes, infecções virais e relacionados. Acredita-se que, de algum modo, essas medicações interfiram no funcionamento dos ovários, causando um quadro de menopausa precoce.

Por fim, um outro motivo pode ser a menopausa precoce cirúrgica, que tende-se pelo fato da retirada dos ovários em quadros de câncer. Ou então, por síndrome de X frágil, síndrome de Turner ou algum tipo de alteração do cromossomo X.

Todas essas situações podem afetar o sistema reprodutor feminino causando a menopausa precoce.

Quais são os sintomas da menopausa precoce?

Os sintomas são bem parecidos com o da menopausa comum:

  • Fogachos: 80% das mulheres apresentam ondas de calor, que duram de 5 a 30 minutos;
  • Fluxo menstrual alterado: percebe-se uma alteração grande com volumes altos e depois baixos demais;
  • Vagina seca: falta de lubrificação ideal que causa desconforto na penetração;
  • Baixa de libido: pouca vontade ou quase nenhuma de praticar sexo;
  • Incontinência urinária: perda muscular na bexiga;
  • Quadros de depressão forte;
  • Perda de memória:
  • Dores de cabeça frequentes;
  • Problemas para dormir;
  • Ganho de peso;
  • Queda de cabelo e alteração na cor;
  • Irritação e ansiedade.

Quais são os tratamentos para menopausa precoce?

O principal tratamento para a menopausa precoce é a reposição hormonal. Principalmente para casos que ela foi ocasionada por quimioterapia ou de ordem cirúrgica. Assim, as chances de se conseguir a reversão do quadro são bem maiores.

No entanto, é preciso lembrar que a reposição aumenta as chances de desenvolver câncer de mama, osteoporose e problemas cardíacos.

Vale a opinião de alguns especialistas para verificar se você está apta ao tratamento e quais são os riscos que está correndo.

Para quem deseja ser menos invasiva, há um tratamento natural com cápsulas de AmoraLife que aumentam suas chances de reverter do quadro.

É um tratamento 100% natural que não apresenta nenhum risco à saúde e nenhuma espécie de efeito colateral.

A Anvisa liberou a venda desse suplemento por julgar de confiança e totalmente eficaz.

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Posso engravidar na menopausa precoce?

Essa é uma das principais dúvidas em mulheres que apresentam o quadro de menopausa precoce. Infelizmente, a chance fica abaixo dos 10% de forma natural. No entanto, se houver a implantação de óvulos fecundados as chances chegam a 60%. Essa técnica é conhecida como bebê de proveta. Quem for doar os óvulos precisa passar por um check-up geral para ver se está apta. Em paralelo à isso, as futuras mamães precisam receber doses controladas de hormônios para deixar o endométrio pronto para gerar uma vida.

Recomenda-se essa técnica para mulheres que:

  • Tenham 35 anos ou menos;
  • Não tenham nenhuma doença genética;
  • Sejam negativas aos vírus da AIDS, hepatite, sífilis;
  • Tenham o tipo sanguíneo igual ao da doadora;
  • Tenha bom nível intelectual.

Pode-se usar o sêmen do próprio marido para a fecundação ou utilizar um doador, no entanto, para o segundo caso há outras necessidades inerentes ao processo.

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